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Paraíso 404 por Jedy Vales

Paraíso 404 por Jedy Vales

566 words 3 min read 154 reads Oct 6, 2026 Jedy Vales
Eles gritavam e gemiam, gritavam, gritavam. A casa estava em seu último delírio. Uma colina com cúpula espanhola, uma entre mil construções, com um nome muito europeu para uma equipe. John começou a morder a língua e tentou ficar entre as duas meninas que vieram em seu socorro. Mas Juliette deu um gemido alto e tinha u
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Eles gritavam e gemiam, gritavam, gritavam. A casa estava em seu último delírio. Uma colina com cúpula espanhola, uma entre mil construções, com um nome muito europeu para uma equipe.

John começou a morder a língua e tentou ficar entre as duas meninas que vieram em seu socorro. Mas Juliette deu um gemido alto e tinha um pau cheio na boca, enviado para sua garganta, e John não pôde resistir, segurando-o com os dentes, e então veio! Doeu, mas ele estava sendo coberto por ambos os sucos e sêmen!

As meninas esfregaram os rostos no de John. Ofegantes, Kathleen, conforme prometido, levantou-se e saiu, enquanto John começava a beijar o corpo de Juliette, concentrando-se lentamente em lamber a pequena poça de sêmen para provar o próprio gozo que ainda escorria de Juliette, que reprimiu um riso furtivo.

Kathleen sentou-se entre as pernas abertas de Juliette, mergulhando sua mente em uma coreografia prazerosa. Sua língua vagava pela revolução sensual e macia do período, depois de seu joelho ter caído, embora algumas olhassem para sua vagina dilatada; ela estava perdida na brancura da sensualidade, nos olhares de sua amiga, até o beijo da garota à direita, no estômago, mas não conseguia encontrá-lo.

Os dedos da mão de sorvete encaracolada dela, o último prazer de seu corpo, também a agitavam. Descendo rapidamente para uma zona de êxtase apaixonado, a língua lambia as dobras da vulva mais linda que já havia encontrado.

Ela agarrou seus três dedos rigidamente, sua língua se curvando na ousadia dos amigos. Juliette esfregava seus seios. Suas mãos estavam sobre a camisa de spandex azul claro, de outra forma desnecessária, pois ela estava um pouco cansada.

Enquanto os dedos se espalhavam sobre sua pele, sua língua lambia avidamente a vulva exposta sob o olhar do observador. Era mais um gosto de "cuco" do que um sabor perspicaz, enquanto lambia seu túnel gasto pelo sexo. O uso da unha ao redor de sua uretra também adicionava densidade, produzindo ondas de prazer borbulhando dentro de seu corpo.

Ela estendeu a mão livre e segurou seus seios enquanto beijava o jovem Johnny, que a beijava com ternura, sua voz de Juliette aberta pela excitação.

"Lambe minha buceta, bebê." Pobre, consolou-se ela.

Atingindo o interior do edifício invertido em busca de um travesseiro, ela convocou sua força muscular. Seu esperma estava revestido de resina líquida e pequenos vórtices de mel pegajoso emanavam de sua vagina enquanto ela sugava os seios invertidos e inclinados de seu jovem amante atlético. Sensações como pequenos montes de branco insensível emergiram. Uma mistura entre um disco osobo localizado na articulação zeonóide e quatro lábios inchados, inchados como rangidos, faziam a cama ranger.

"Faça agora, rápido." Juliette gritou de trás.

Kathleen se lançou sobre ele, agora cheio de pau. Ele não merecia adoração, era uma dor cravada entre as pernas da garota. Ainda mais apertado do que o próprio John, ele estava preso entre seus orifícios premiados, e ele imaginava uma bainha de aço, tormento de aço e uma careta distorcida de agonia.

Sua cabeça reapareceu ao lado de sua porta da frente injustificada. Ele encarou seu colega de escola, um jovem caçador, que também poderia ter sido um coelho de Viagra.

Um ligador de voz aguda, sua voz abafada como a de Julieta, despachou tanto os prisioneiros quanto o jovem ingênuo sob seu feitiço, gritando uma prece a Deus.

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